A Intentona e os Militares | com Piero Leirner | 161

A intentona bolsonaresca de 8 de janeiro teve nas Forças Armadas atores centrais. País afora, instalações militares serviram de abrigo a golpistas que clamavam por um golpe de Estado.

Apesar dessas serem áreas de segurança sob jurisdição das Forças, golpistas acampados contaram com sua complacência e mesmo sua participação no movimento, por meio de parentes, reservistas ou até militares da ativa em trajes civis.

Depois, por ocasião do ataque às sedes dos três poderes em Brasília, o que viu foi complacência – ou até colaboração – de militares com golpistas.

A Guarda Presidencial foi dispensada na véspera dos atos pelo Gabinete de Segurança Institucional, ainda coalhado de bolsonaristas indicados pelo Gal. Augusto Heleno.

No QG do Exército, a polícia do DF foi impedida por soldados de prender acampados, conforme determinação do ministro do STF, Alexandre de Moraes.

No dia seguinte o presidente Lula apontou o dedo para os militares, acusando-os de passividade e afirmando que as Forças Armadas não são o “poder moderador” que pensam ser.

Como entender o papel dos militares nesse evento e no processo que lhe antecedeu? O que passa pela sua cabeça? É o caso de falar em “bolsonarismo” ou em “militarismo” como ameaça à democracia brasileira?

Para discutir tais temas, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe Piero Leirner, antropólogo, professor da UFSCAR, pesquisador do CNPq e um dos principais estudiosos da questão militar no Brasil.

Piero Leirner é autor de recente livro sobre a atuação dos militares na cena política: “O Brasil no espectro de uma guerra híbrida”, Alameda Editorial,já em 2ª edição.

O Twitter de Piero Leirner é: @pierolei

As músicas deste episódio são “First Call”, “Destiny Day” e “Day of Chaos”, todas de Kevin MacLeod, licenciadas de acordo com a licença Atribuição 4.0 da Creative Commons.

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A Intentona Bolsonaresca | com Jacqueline Sinhoretto & Rubens Glezer | 160

O 8 de Janeiro de 2022 ficará marcado como o dia em que a base bolsonarista tentou um golpe de Estado, motivada pelas teorias da conspiração de seu líder.

Milhares de pessoas invadiram e depredaram as sedes dos três poderes, destruindo o patrimônio físico, artístico e histórico. Tentaram também destruir a democracia, mas fracassaram nesse intento.

A reação institucional foi forte e rápida. O presidente Lula decretou a intervenção federal na segurança do Distrito Federal, depois confirmada pelo Congresso. O STF afastou o governador do DF por 90 dias.

Depois, foi decretada a prisão do comandante da Polícia Militar do DF no dia da tentativa de golpe, assim como do então secretário de Segurança Pública, o bolsonarista Anderson Torres.

O que explica o episódio? Como chegamos a esse ponto? Qual a responsabilidade das forças policiais? E como se pode analisar a atuação do Supremo Tribunal Federal nesse episódio?

Para entender essas questões, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe dois convidados.

Uma é a socióloga Jacqueline Sinhoretto, professora da Universidade Federal de São Carlos e líder do Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos (GEVAC).

O outro é Rubens Glezer, constitucionalista, professor da FGV Direito São Paulo onde coordenador o Supremo em Pauta e o Núcleo de Justiça e Constituição. É também autor do livro “Catimba Constitucional: o STF do antijogo à crise constitucional”, da Arraes Editora.

As músicas deste episódio são “Restless Natives”, de Doug Maxweel – Media Right Productions, e “Oh Fire”, de Carmen María & Edu Espinal.

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#Política #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #CiênciaPolítica #Violência #Sociedade

A sociedade brasileira após Bolsonaro | com Angela Alonso | 159

O Brasil é um país com uma tradição de violência política. Nela se inscrevem as recentes manifestações golpistas promovidas por bolsonaristas, inconformados com o resultado da eleição presidencial.

Elas são, contudo, apenas uma das manifestações atuais desse problema. A violência política encontrou em nossa sociedade, violenta, um terreno fértil para se desenvolver. E isso seguirá um traço distintivo de nosso país.

O que vai ficar na sociedade brasileira depois das eleições e depois que assumir o novo governo, como herança destes anos bolsonarescos? Que tradição violenta é essa e que outros episódios de nossa história são manifestações dela?

Para discutir esse tema, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe Angela Alonso, socióloga, professora do Departamento de Sociologia da USP e pesquisadora do CEBRAP, o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento.

Angela Alonso tem também uma coluna quinzenal na Folha de S. Paulo, na qual discute temas da conjuntura política e social brasileira.

Twitter de Angela Alonso: @angelaalonso115

As músicas deste episódio são “God Rest Ye Merry Gentlmen” do DJ Williams, e “Kazoom”, de Quincas Moreira.

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O governo em construção | com Maria Rita Loureiro | 158

À medida que dezembro avança, o governo eleito de Luís Inácio Lula da Silva ganha contornos mais definidos, com a definição de alguns ministros e mesmo de membros do segundo escalão.

Contudo, o caráter de frente ampla, que marcou a campanha eleitoral, não se revelou com a mesma nitidez na formação do ministério em seus passos iniciais.

Lula definiu o núcleo central do governo com indicações para a Fazenda, Casa Civil, Justiça, Defesa e Relações Exteriores. Também vazou o nome da indicada para o Ministério da Cultura. Mas e o resto?

Em paralelo a esse processo, o governo eleito negocia com o Congresso já em final de mandato a aprovação de uma importante medida para assegurar seu funcionamento: a PEC da Transição.

Tudo indica que a negociação da PEC afeta as decisões relativas ao ministério e posterga decisões importantes, como o lugar de Simone Tebet no novo governo e o quinhão de partidos aliados.

Para entender esse proceso, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe Maria Rita Loureiro, cientista política, professora aposentada da FGV EAESP e da USP.

Maria Rita é uma estudiosa do funcionamento dos governos e, em especial, de sua área econômica.

As músicas deste episódio são “Clean and Dance” de An Jone e “Come on Out” de Dan Lebowitz.

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#AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #GovernoLula PresidencialismodeCoalizão #FrenteAmpla

Futebol e Política | com José Paulo Florenzano | 157

Em tempos de Copa do Mundo, muitos assuntos acabam sendo relacionados a ela e ao futebol – um deles, a política.

E há razões de sobra para isso. Jogadores, técnicos, dirigentes, jornalistas e outras pessoas ligadas ao mundo do futebol se posicionam politicamente.

Grandes eventos esportivos, como Olimpíadas e Copas, são instrumentalizados politicamente por governos, sejam democráticos, como Brasil 2014 e 2016 (neste caso, Olimpíada) ou autoritários, como China 2010, Rússia 2018 e Catar 2022.

No Brasil, particularmente, há uma longa história de entrelaçamento entre esportes e política, especialmente no caso do futebol: a Copa de 1970, a Democracia Corinthiana, as Diretas Já. Mas há mais do que isso.

Que papel têm os grandes atletas em seus posicionamentos políticos? Como avaliar, por exemplo, Pelé, Sócrates, Reinaldo ou Zico. E Neymar?

Para discutir tais temas, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe o antropólogo José Paulo Florenzano, professor da PUC-SP e estudioso das relações entre esportes e política – especialmente o futebol.

Florenzano é autor do livro A Democracia Corinthiana: práticas de liberdade no futebol brasileiro, editada pela EDUC e pela FAPESP.

As músicas deste episódio são “Up the Steps” do Geographer e “My Peeps” de Aaron Lieberman.

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#AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #CopaDoMundo

Tá todo mundo louco? | com Sérgio Freire | 156

Após a vitória de Lula no segundo turno das eleições presidenciais, grupos de Bolsonaristas rumaram para estradas e portas de quartéis, questionando o resultado das urnas e demandando um golpe de Estado que impedisse o presidente eleito de tomar posse.

Além da pauta golpista desses grupos, o fenômeno chamou a atenção por conta das muitas bizarrices que proporcionou: indivíduo que se agarra a um caminhão, pessoas clamando pelo socorro de extraterrestres, orações num “muro das lamentações”, hino cantado para um pneu de trator, choro e ranger de dentes.

O que explica tais comportamentos? Seria um surto coletivo? Teria o bolsonarismo se tornado uma seita que mobiliza hordas de fanáticos? Essas pessoas não temem o ridículo?

Procurando entender esse fenômeno, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe Sérgio Freire, linguista e psicólogo clínico, professor da Universidade Federal do Amazonas, onde integra o LAPCRI (Laboratório de Psicanálise e Criação) e dirige a editora da universidade (EDUA).

Sérgio Freire também mantém um blog onde publica algumas de suas reflexões. Nesse espaço ele publicou recentemente um artigo que dá o título deste episódio do : “Tá todo mundo louco?”.

Twitter de Sérgio Freire: @sergiofreire

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#AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #GovernoBolsonaro #Psicanálise #PsicologiaSocial #PsicologiadeMassas #Comportamento

O Brasil voltou? | com Dawisson Belém Lopes | 155

Os anos de Jair Bolsonaro na Presidência foram marcados pelo crescente isolamento internacional do Brasil, convertido num pária global. Essa situação pode mudar com o novo governo Lula?

Os primeiros sinais a tal respeito foram bastante positivos. Antes mesmo da eleição, governantes europeus importantes, como os primeiros ministros de Portugal e Espanha, declararam apoio a Lula.

Logo após o anúncio da vitória do ex-presidente, diversos governos se apressaram em reconhecer o novo governante eleito. Destacadamente, Joe Biden, presidente dos EUA, congratulou Lula apenas 38 minutos após o anuncio de sua eleição pelo TSE.

O primeiro ato importante do futuro presidente foi ir à COP 27, no Egito, onde foi saudado como pop star por autoridades governamentais e lideranças da sociedade civil. Lula foi ovacionado ao dizer que “o Brasil voltou”.

Pode-se então afirmar que voltou mesmo?

Para discutir o tema este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe Dawisson Belém Lopes, professor de política internacional do Departamento de Ciência Política da UFMG e pesquisador visitante na Universidade de Oxford.

As músicas deste episódio são “Batuque Bom”, de Quincas Moreira e “Getz Me to Brazil”, de Doug Maxwell.Além do YouTube, este episódio está disponível em vídeo também no Spotify Podcasts.

O Twitter de Dawisson Belém Lopes é: @dbelemlopes

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#AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #RelaçõesInternacionais #PolíticaExterna #GovernoLula #GovernoBolsonaro #MeioAmbiente #MudançasClimáticas #AméricaLatina

O Letramento Fascista | com Michel Gherman & Fabio Gentile | 154

Após a derrota de Jair Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial, manifestações golpistas tomaram ruas, estradas e outros espaços públicos, contestando o resultado das urnas com base em teorias conspiratórias e fake news.

Em algumas delas, como em São Miguel do Oeste, Santa Catarina, os ataques bolsonaristas à democracia se fizeram acompanhar de demonstrações nitidamente fascistas, lançando mão de símbolos do nazifascismo, como o “sieg heil”.

O que explica não só essas expressões neofascistas recentes, desdobradas do bolsonarismo, mas também o crescimento desse tipo de movimentação no Brasil desde que Jair Bolsonaro ascendeu ao poder?

Para discutir esse tema, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe dois especialistas no tema.

Um é Michel Gherman, sociólogo, professor da UFRJ, onde é também pesquisador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaicos, além de membro do Observatório da Extrema Direita (OED).

O outro é Fábio Gentile, cientista político, professor da UFCE, estudioso do fascismo e membro do Observatório da Extrema Direita (OED).

As músicas deste episódio são “808 Door Chimes” do Unicorn Heads e “Arms Dealer” do Anno Domini Beats.

Além do YouTube, este episódio está disponível em vídeo também no Spotify Podcasts.

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#Eleições2022 #Análise Política #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira

O Novo Governo e o Congresso | com Fabiano Santos | 153

Mal decorrida uma semana de sua vitória no segundo turno das eleições presidenciais, Lula iniciou conversações com partidos e congressistas.

A montagem de uma coalizão de governo é tarefa indispensável a um presidente no presidencialismo de coalizão brasileiro. Para se desincumbir dela, Lula não tem caminho simples.

O Congresso saído das eleições de 2 de outubro se tornou menos fragmentado, porém bem mais à direita. O PL, partido de Bolsonaro, obteve as maiores bancadas na Câmara e no Senado.

Como lidar com um Congresso assim? Quais os desafios de Lula neste processo? Será possível construir uma coalizão que dê suporte a suas agendas?

Para discutir esses temas, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe o cientista político Fabiano Santos, estudioso do tema.

Professor do IESP UERJ, onde coordena o Observatório do Legislativo Brasileiro, integra ainda o Observatório das Eleições do Instituto da Democracia e Democratização da Comunicação Política.

As músicas deste episódio são “Here it Comes” e “As you were”, do TrackTribe.

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Lula Eleito. E agora? | com Bruno Reis | 152

Após uma disputa apertada e tensa, Luis Inácio Lula da Silva venceu a disputa presidencial, dando início ao término dos quatro anos de bolsonarismo no governo.

Contudo, os desafios do novo presidente e de seu governo não se encerraram. Lula terá de lidar com um Congresso de maioria conservadora e com um legado desastroso de desorganização administrativa, aparelhamento das forças de segurança, deterioração do ambiente político e contestação ao resultado das urnas.

Que cenário é esse que advirá após a vitória eleitoral?

Para discutir esse tema, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe Bruno Pinheiro Wanderley Reis, cientista político, professor do Departamento de Ciência Política e diretor da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) da UFMG.

Twitter de Bruno Reis: @brunopwr

As músicas deste episódio são “Zula” e “A Kind of Party” dos Mini Vandals.

Além do YouTube, este episódio está disponível em vídeo também no Spotify Podcasts.

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