Os ‘patriotas’ antes e depois do 8 de Janeiro | com Jonas Medeiros | 209

Como se comportava a militância de extrema-direita no Brasil antes do 8 de Janeiro? E como passou a se comportar depois? Quais símbolos e quais ideias-guia orientaram e orientam esse militância?

É possível observar mudanças importantes na tática e nas ideias que orientam esse setor da sociedade politicamente mobilizado. Tais mudanças têm efeitos importantes na ativação e no modo de atuar desses segmentos.

Essas mudanças, aliás, deixam claro que se trata de um setor social politicamente mobilizado que não é meramente caudatário de lideranças extremistas, como a família Bolsonaro. Os militantes concebem e desenvolvem suas próprias interpretações acerca de como agir em cada conjuntura; mudam suas posições e o julgamento que fazem dos atores a depender do que observam e dos objetivos atingidos ou frustrados.

Um dos exemplos importantes de mudança é a forma como os ‘patriotas’ se veem as Forças Armadas, percebidas num momento como redentoras e noutro como traidoras.

Para discutir tal processo, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe o cientista social Jonas Medeiros, pesquisador do CEBRAP, onde integra o Center for Critical Imagination (CCI), e coautor do livro “The Bolsonaro Paradox: The Public Sphere and Counterpublicity in Contemporary Brazil”, saído pela editora Springer.

Jonas também contribui periodicamente para veículos de imprensa, tratando de sua temática de pesquisa. Merecem destaque dois trabalhos sobre o 8 de Janeiro, um saído neste ano no site da revista Piauí (“Menos Exército, mais carro de som: a extrema direita um ano depois do 8 de janeiro”) e outro saído no início de 2023 no site do Poder360 (“O ‘Capitólio brasileiro’ se consumou: da profanação à lei e ordem”).

As músicas deste episódio são “Milky Way” do Ramzoid e “Night Ride” do TrackTribe.

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Bolsonaristas e mileístas: quanto se parecem? | com Pablo Ortellado | 206

Frequentemente o novo presidente Argentino, Javier Milei, é referido como o “Bolsonaro Argentino”. Será que é mesmo?

Ao mesmo tempo é possível apontar semelhanças profundas e diferenças significativas entre ambos os líderes de extrema-direita.

Tanto um como outro tenham, ao longo de suas campanhas eleitorais, adotaram bandeiras mais características de sua contraparte do que deles próprios.

Tendo tal mudança ocorrido durante as campanhas eleitorais, a lógica de tais ajustes no discurso tem a ver, certamente, com o que perceberam como demandas de seus potenciais eleitores e apoiadores.

E que demandas são essas? O quanto, afinal, bolsonaristas e mileístas se parecem?

Para responder a tais perguntas, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebeu o pesquisador e professor da Escola de Ciências Artes e Humanidades da USP (EACH USP), Pablo Ortellado.

Ortellado, que também é colunista do jornal O Globo, coordena uma pesquisa que, por meio de enquetes em atos políticos, pode identificar semelhanças e diferenças entre as militâncias de cada uma dessas lideranças.

Ortellado estudou não meros eleitores comuns, mas aqueles apoiadores mais entusiasmados e participativos, que comparecem a comícios, manifestações e outros eventos políticos.

As músicas deste episódio são “Open Highway”, do Silent Partner, e “Heavyweight”, de Ethan Meixsell.

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#Argentina #EleiçõesArgentinas

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Que se passa na Argentina? | com Dolores Rocca Rivarola | 204

Em meio a uma brutal crise econômica, com inflação de cerca de 150% ao ano, desaceleração econômica, desemprego e aumento da pobreza, a Argentina elegeu seu novo presidente, o extremista de direita, Javier Milei.

Sua candidatura se apresentou como uma grande negação à classe política profissional, chamada por ele de “casta” e com a promessa de uma radical liberalização econômica, privatizando tudo o que for possível, eliminando subsídios e extinguindo auxílios estatais.

Segundo Milei, a justiça social é uma aberração e é preciso acabar com os diversos órgãos responsáveis por essa área no governo, como as pastas da saúde e da educação.

Além disso, o anarcocapitalista (como ele próprio se definiu) defende a dolarização da economia, embora a Argentina simplesmente não disponha de dólares sequer para suas necessidades mais comezinhas.

Como um extremista desse naipe, que ainda se caracteriza por uma personalidade excêntrica (conversando com cachorros mortos e dizendo ser professor de sexo tântrico, dentre outras coisas), pode ser eleito? O que buscavam os eleitores que confiaram a ele seus votos? O que esperar da Argentina no futuro próximo?

Para discutir tais temas, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe a cientista política Dolores Rocca Rivarola, professora da Universidade de Buenos Aires, pesquisadora do Instituto Gino Germani (no GEPOJU – Grupo de Estudos de Politicas e Juventudes) e bolsista do Conicet (Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas).

As músicas deste episódio são “Tango Mango” de Quincas Moreira e “7th Floor Tango”, do Silent Partner.

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A espiral de violência entre Israel e Palestina | com Hussein Kalout | 198

No sábado, 7 de outubro de 2023, um grande ataque terrorista foi perpetrado pela milícia do Hamas contra civis israelenses, muitos deles jovens participantes de uma festa rave organizada proximamente à Faixa de Gaza.

Em reação a tal violência, o governo de Israel iniciou uma brutal operação militar contra Gaza, sob o pretexto de se defender e destruir o Hamas.

Nessa reação, milhares de civis palestinos, ao menos um terço deles crianças, foram mortos e tiveram suas moradias destruídas. O cerco israelense a Gaza também incluiu o corte de energia, água e suprimentos, numa punição coletiva à população do lugar.

Foi anunciada também uma incursão por terra em Gaza, sendo a população local advertida que deveria deixar a parte norte do território, pois a ação militar principiaria por lá.

Ao menos um milhão de pessoas iniciaram um movimento rumo ao sul da faixa – uma das áreas com a maior densidade humana do planeta, mantida reclusa como numa prisão. A ONU criticou a ação, apontando-a como uma pena de morte para milhares.

O que explica tal sucessão de episódios de violência? Qual a história desse conflito entre palestinos e israelenses, que já dura pelo menos 75 anos?

Para entender esse intricado cenário, o #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe o cientista político Hussein Kalout, pesquisador na Universidade de Harvard, conselheiro internacional do Centro Brasileiro de Relações Internacionais, onde também é editor-chefe da Revista do CEBRI, e ex-secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (2016-2018).

As músicas deste episódio são “Soothsayer” e “Minor Lament for Solo Bass”, de John Patitucci, e “The Bazaar Canon”, de Hanu Dixit.

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#Violência #OrienteMédio #PolíticaInternacional #Geopolítica #RelaçõesInternacionais

#Política #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #CiênciaPolítica

A democracia desafiada | com Marco Aurélio Nogueira | 197

O regime democrático tem enfrentado desafios sérios por todo o planeta. A ojeriza aos políticos e à política, a percepção negativa acerca das instituições, a polarização radicalizada e o populismo têm minado a democracia de diversos países, corroendo-a por dentro.

Não se trata, portanto, apenas de desafios triviais, que a democracia ou qualquer regime enfrentariam em decorrência de seu funcionamento habitual. Trata-se, na realidade, de ameaças existenciais ao regime, que corre o risco de soçobrar.

O que explica a emergência desses desafios? As democracias contemporâneas sobreviverão? Se sim, de que modo?

Para discutir tais questões, este #ForadaPolíticaNãohaSalvação recebe o cientista político Marco Aurélio Nogueira, professor titular aposentado da Unesp e autor de diversas obras, dentre elas o récem-lançado livro “A democracia desafiada: recompor a política para um futuro incerto”, publicado pela Ateliê de Humanidades Editorial.

As músicas deste episódio são “It’s Only Worth It if You Work for It” do NEEFEX e “Summer Solstice on the June Planet”, do Bail Bonds.

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#Política #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #CiênciaPolítica

O 8 de Janeiro no banco dos réus | com Rubens Glezer | 194

Na segunda semana de setembro de 2023 o STF iniciou o julgamento dos primeiros réus pela tentativa de golpe de Estado da intentona bolsonaresca de 8 de Janeiro. As primeiras condenações foram duras: 14 anos para um réu e 17 anos para outros dois. Foi fixado o parâmetro das próximas decisões da Suprema Corte.

O desempenho dos advogados foi patético, com performances vergonhosas e direito até mesmo a gafes decorrentes de pseudo-erudição.

Um dos defensores, desembargador aposentado, afirmou que os ministros do Supremo eram as pessoas mais odiadas do país. Uma advogada chorou e afirmou que seu cliente é alguém que não sabe o que diz. Outro confundiu O Príncipe de Maquiavel com o Pequeno Príncipe de Saint-Exupéry. Todos foram esculhambados pelo ministro Alexandre de Moraes.

Qual o significado desse julgamento para a democracia brasileira? O STF está se excedendo em sua tentativa de defender o Estado de Direito dos ataques da extrema-direita bolsonarista?

Para discutir tais temas este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe o constitucionalista Rubens Glezer, professor da FGV Direito São Paulo, onde coordena o grupo de pesquisa “Supremo em Pauta” e o “Núcleo de Justiça e Constituição”.

Glezer é também autor dos livros “Catimba Constitucional: o STF do antijogo à crise constitucional”, publicado pela editora JusPodivm, e “Resiliência e deslealdade constitucional: uma década de crise”, co-organizado com Ana Laura Pereira Barbosa e publicado pela editora Contracorrente.

As músicas deste episódio são “Les-ly” e “Society’s Dream”, ambas dos Mini Vandals.

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#8deJaneiro #IntentonaBolsonarista

#Política #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #CiênciaPolítica

Extrema-Direita avança na Argentina | com Vicente Palermo | 190

Em 13 de agosto a Argentina realizou suas eleições Primárias Abertas Simultâneas e Obrigatórias (PASO). Embora ninguém se eleja nessa disputa, as chapas definem quem serão seus candidatos. Ademais, mede-se o pulso das preferências populares.

A grande surpresa foi o bom desempenho de Javier Milei, candidato de ultradireita pela frente “La Libertad Avanza” (30%). Ele superou a direita mais tradicional, representada pela chapa “Juntos por El Cámbio” (28,3%), que sagrou como candidata Patricia Bullrich. Em terceiro lugar ficaram os peronistas da “Unión por la Pátria” (27,3%), encabeçada pelo ministro da economia, Sergio Massa.

O mais votado apresenta propostas radicais, como extinguir diversos ministérios, abolir o Banco Central, dolarizar a economia e revogar o artigo da Constituição que consagra direitos fundamentais.

As bizarrices de Javier Milei, contudo, não param por aí. O candidato, que se autodefine como anarcocapitalista, defende a venda de órgãos, apresenta-se como instrutor de sexo tântrico e diz conversar com seu cachorro morto.

O que explica que uma maioria relativa de eleitores tenha optado por alguém assim? Que aflições vive o eleitorado argentino?

Para entender tal cenário e avaliar as possíveis consequências da eleição de Milei, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe o cientista político argentino Vicente Palermo, pesquisador aposentado do Conselho Nacional de Investigações Científicas e Técnicas (Conicet) e um dos mais reputados analistas da política argentina.

As músicas deste episódio são “Slow Tango” de Andrew Huang e “Intimate Tango” e “Argentina Tango Bandonian”, ambas de Doug Maxwell.

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#Eleições

#Política #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #CiênciaPolítica

O imbróglio do general | com Chico Teixeira | 174

Pouco mais de três meses após a intentona bolsonaresca do 8 de janeiro, quando militares envolvidos nela foram ouvidos em inquérito comandado pelo STF, surgem vídeos comprometedores para o GSI.

Esses vídeos comprometem o então ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Gonçalves Dias, um dos raros militares próximos do presidente Lula.

Causou impacto sua presença no Palácio do Planalto durante a invasão de golpistas bolsonaristas, ladeado por servidores do GSI que mostravam simpatia pelos vândalos, inclusive lhes dando água.

O que explica esse vídeo só ter vazado agora? Qual o papel dos militares no Gabinete de Segurança Institucional? Gonçalves Dias foi cúmplice ou vítima dos militares golpistas?

Para discutir tais temas e o que lhes cerca, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe Francisco Carlos Teixeira da Silva, ou apenas Chico Teixeira, professor titular de história da Universidade Federal do Rio de Janeiro

Chico Teixeira tem larga experiência com os afazeres militares, não só como pesquisador, mas tendo também trabalho no GSI e no Ministério da Defesa durante diferentes governos.

As músicas deste episódio são “Never Sleep”, de Gunnar Olsen, e “Dub Gun” do TrackTribe.

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#Intentonade8deJaneiro #Política #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #CiênciaPolítica

As falas do presidente e outras falas | com Nara Pavão | 171

Desde o início de seu terceiro mandato, o presidente Lula se tem mostrado especialmente loquaz, dando reiteradas declarações ruidosas, produtoras de desgastes e turbulências políticas.

Exemplo disso foi a menção a Michel Temer, chamado de “golpista”.

Houve também seguidas declarações de inconformismo com a política monetária do Banco Central. Por fim, a suspeição lançada sobre Sergio Moro, possível alvo de sequestro e assassinato pelo PCC.

O que leva um presidente a falar tanto de temas politicamente ruidosos? Qual o impacto disso e como influencia seguidores e opositores?

Num cenário de polarização política exacerbada e com um governo que se propõe ser de reconstrução nacional, tais declarações não ajudam. Não tardaram as comparações de Lula ao extremista Jair Bolsonaro.

Porém, além desse ponto, de que forma os discursos políticos afetam a disputa política e a radicalização das posições na sociedade?

Para discutir tais temas este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe a cientista política Nara Pavão, professora da UFPE e pesquisadora dos fenômenos políticos relacionados à opinião pública.

As músicas deste episódio são “Do it”, de Joe Bagale, e Smooth Talker”, de Dougie Wood.

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O governo em construção | com Maria Rita Loureiro | 158

À medida que dezembro avança, o governo eleito de Luís Inácio Lula da Silva ganha contornos mais definidos, com a definição de alguns ministros e mesmo de membros do segundo escalão.

Contudo, o caráter de frente ampla, que marcou a campanha eleitoral, não se revelou com a mesma nitidez na formação do ministério em seus passos iniciais.

Lula definiu o núcleo central do governo com indicações para a Fazenda, Casa Civil, Justiça, Defesa e Relações Exteriores. Também vazou o nome da indicada para o Ministério da Cultura. Mas e o resto?

Em paralelo a esse processo, o governo eleito negocia com o Congresso já em final de mandato a aprovação de uma importante medida para assegurar seu funcionamento: a PEC da Transição.

Tudo indica que a negociação da PEC afeta as decisões relativas ao ministério e posterga decisões importantes, como o lugar de Simone Tebet no novo governo e o quinhão de partidos aliados.

Para entender esse proceso, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe Maria Rita Loureiro, cientista política, professora aposentada da FGV EAESP e da USP.

Maria Rita é uma estudiosa do funcionamento dos governos e, em especial, de sua área econômica.

As músicas deste episódio são “Clean and Dance” de An Jone e “Come on Out” de Dan Lebowitz.

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Agradecemos às novas apoiadoras do #ForadaPolíticaNãoháSalvação: Vanessita, Cris Souza, Ricardo Teixeira da Silva, e também a todas e todos que apoiaram por meio do #ValeuDemais! 💛💛💛💛

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