Tá todo mundo louco? | com Sérgio Freire | 156

Após a vitória de Lula no segundo turno das eleições presidenciais, grupos de Bolsonaristas rumaram para estradas e portas de quartéis, questionando o resultado das urnas e demandando um golpe de Estado que impedisse o presidente eleito de tomar posse.

Além da pauta golpista desses grupos, o fenômeno chamou a atenção por conta das muitas bizarrices que proporcionou: indivíduo que se agarra a um caminhão, pessoas clamando pelo socorro de extraterrestres, orações num “muro das lamentações”, hino cantado para um pneu de trator, choro e ranger de dentes.

O que explica tais comportamentos? Seria um surto coletivo? Teria o bolsonarismo se tornado uma seita que mobiliza hordas de fanáticos? Essas pessoas não temem o ridículo?

Procurando entender esse fenômeno, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe Sérgio Freire, linguista e psicólogo clínico, professor da Universidade Federal do Amazonas, onde integra o LAPCRI (Laboratório de Psicanálise e Criação) e dirige a editora da universidade (EDUA).

Sérgio Freire também mantém um blog onde publica algumas de suas reflexões. Nesse espaço ele publicou recentemente um artigo que dá o título deste episódio do : “Tá todo mundo louco?”.

Twitter de Sérgio Freire: @sergiofreire

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#AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #GovernoBolsonaro #Psicanálise #PsicologiaSocial #PsicologiadeMassas #Comportamento

O Letramento Fascista | com Michel Gherman & Fabio Gentile | 154

Após a derrota de Jair Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial, manifestações golpistas tomaram ruas, estradas e outros espaços públicos, contestando o resultado das urnas com base em teorias conspiratórias e fake news.

Em algumas delas, como em São Miguel do Oeste, Santa Catarina, os ataques bolsonaristas à democracia se fizeram acompanhar de demonstrações nitidamente fascistas, lançando mão de símbolos do nazifascismo, como o “sieg heil”.

O que explica não só essas expressões neofascistas recentes, desdobradas do bolsonarismo, mas também o crescimento desse tipo de movimentação no Brasil desde que Jair Bolsonaro ascendeu ao poder?

Para discutir esse tema, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe dois especialistas no tema.

Um é Michel Gherman, sociólogo, professor da UFRJ, onde é também pesquisador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaicos, além de membro do Observatório da Extrema Direita (OED).

O outro é Fábio Gentile, cientista político, professor da UFCE, estudioso do fascismo e membro do Observatório da Extrema Direita (OED).

As músicas deste episódio são “808 Door Chimes” do Unicorn Heads e “Arms Dealer” do Anno Domini Beats.

Além do YouTube, este episódio está disponível em vídeo também no Spotify Podcasts.

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#Eleições2022 #Análise Política #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira

Lula Eleito. E agora? | com Bruno Reis | 152

Após uma disputa apertada e tensa, Luis Inácio Lula da Silva venceu a disputa presidencial, dando início ao término dos quatro anos de bolsonarismo no governo.

Contudo, os desafios do novo presidente e de seu governo não se encerraram. Lula terá de lidar com um Congresso de maioria conservadora e com um legado desastroso de desorganização administrativa, aparelhamento das forças de segurança, deterioração do ambiente político e contestação ao resultado das urnas.

Que cenário é esse que advirá após a vitória eleitoral?

Para discutir esse tema, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe Bruno Pinheiro Wanderley Reis, cientista político, professor do Departamento de Ciência Política e diretor da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) da UFMG.

Twitter de Bruno Reis: @brunopwr

As músicas deste episódio são “Zula” e “A Kind of Party” dos Mini Vandals.

Além do YouTube, este episódio está disponível em vídeo também no Spotify Podcasts.

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#EleiçãoPresidencial #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica  #PolíticaBrasileira #Eleições #Eleições2022 #PartidodosTrabalhadores 

Populismo Reacionário | com Christian Lynch & Paulo Henrique Cassimiro | 144

Vivemos uma era marcada pela ascensão, mundo afora, de lideranças  populistas e movimentos reacionários. Por vezes essas duas coisas aparecem combinadas. 

Um dos exemplares mais vistosos dessa combinação é o bolsonarismo, um  movimento ao mesmo tempo populista, reacionário e autoritário. 

Mas o que caracteriza tanto o reacionarismo como o populismo? De que  forma e por que eles se combinam? Como Bolsonaro logrou liderar esse  movimento no Brasil e se tornar presidente? 

Para discutir esses temas este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe os  cientistas políticos Christian Lynch e Paulo Henrique Cassimiro, do IESP UERJ. 

Ambos acabaram de lançar o livro “O Populismo Reacionário: Ascensão e  Legado do Bolsonarismo”, pela editora Contracorrente, no qual tratam  exatamente desses assuntos.  

As músicas deste episódio são “Sonic Pogo” e “Deep State”, ambas do Vans  in Japan .   

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#Eleições #AnálisePolítica #Eleições2022 #EleiçãoPresidencial #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira

Violência Política e Eleições | com Felipe Borba & Vinícius Israel | 137

Temos visto que os episódios de violência política relacionada às eleições têm aumentado no Brasil, ultrapassando inclusive o número de eventos em 2020 durante o primeiro semestre. E eleições municipais costumam ter mais violência que as estaduais e nacionais.

A grande diferença é que desta feita o próprio presidente da República, no exercício do cargo, estimula a violência contra seus adversários, transformados por ele em inimigos. Isto gera uma mudança não só quantitativa, mas qualitativa, da violência.

O episódio mais vistoso foi o assassinato, em Foz do Iguaçu, do dirigente petista, Marcelo Arruda, em sua festa de aniversário. O crime foi perpetrado por um policial bolsonarista que disparou seus tiros contra o inimigo político aos gritos de “aqui é Bolsonaro”.

Fosse apenas esse o episódio, já seria suficientemente grave, mas há mais coisas.

Drone que lança excrementos misturados com veneno contra manifestantes num comício de Lula; bomba caseira, cheia de excrementos, lançada no meio de um comício do candidato petista; intimidação com milicianos armados em passeata em prol do candidato Marcelo Freixo no Rio de Janeiro; excrementos e ovos lançados sobre o carro de juiz que determinou a prisão de ex-ministro bolsonarista.

Os casos abundam, sempre promovidos pelo bolsonarismo contra seus desafetos.

Em que esses episódios de violência político-eleitoral de 2022 diferem daqueles que usualmente ocorrem no país? Quais as características da violência crônica, de natureza politico-eleitoral, no Brasil? Quem são as principais vítimas?

Para entender esse fenômeno, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação conversou dos pesquisadores do tema.

Um é Felipe Borba, cientista político e coordenador do GIEL – Grupo de Investigação Eleitoral da UNIRIO, no âmbito do qual funciona o Observatório da Violência Política e Eleitoral.

O outro é Vinícius Israel, sociólogo e matemático, também ele professor da UNIRIO e pesquisador do Observatório.

Twitter de Felipe Borba: @FelipeB70714377

LinkedIn de Vinícius Israel: @vinicius-israel-a12386100/

As músicas deste episódio são “A Ghost Town” de Quincas Moreira e “Arms Dealer” do Anno Domini.

Além do YouTube, este episódio está disponível em vídeo também no Spotify Podcasts.

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#ViolênciaPolítica #Eleições #Eleições2022 #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira

Redes Sociais, Política, Eleições | com Pedro Bruzzi | 136

Que avaliação se pode fazer do papel das redes sociais na política nos últimos anos, não só no Brasil, mas noutros países? Em particular nas eleições, que impacto as redes podem ter em 2022? Vimos que foram importantes em 2018, com grande vantagem para Jair Bolsonaro e seus aliados; esse cenário pode se repetir neste ano?

Para além das eleições, as redes têm importância na definição da agenda pública. Elas influenciam de forma relevante o debate político mais geral, inclusive pautando a imprensa tradicional, que frequentemente vai atrás de algo que surgiu primeiro nas redes. As redes são notícia e influenciam até mesmo a forma de se fazer notícia.

Muitas análises sobre o papel das redes na política tomam pelo valor de face os números de seguidores, compartilhamentos e curtidas. Mas será que isso é suficiente para alterar o cenário político? É preciso prestar atenção também no conteúdo do que está sendo difundido para avaliar seu impacto.

Outro aspecto interessante da influência das redes na política é a atuação das celebridades, dos influenciadores digitais. Embora frequentemente seguidos por um público interessado noutros temas que não a política, acabam por influenciá-lo politicamente ao enveredar por esse assunto.

Para discutir essas questões, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe Pedro Bruzzi, sócio da Arquimedes, pesquisador da relação entre redes sociais e política e colaborador frequente da revista Piauí. Pedro desenvolve sua pesquisa de doutorado na FGV EAESP tratando exatamente desse assunto.

As músicas deste episódio são “Robots and Aliens” de Joel Cummins e “Digifunk” do DivKid.

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Limites da Democracia | com Marcos Nobre | 133

Que perigo (ou quais perigos) o bolsonarismo representa para a democracia brasileira? E como esse movimento de extrema-direita teve sucesso em chegar ao governo central?

Os antecedentes da emergência do bolsonarismo e da chegada de seu líder à Presidência da República têm raízes profundas na política brasileira.

As novas direitas surgidas sobretudo após as jornadas de junho de 2013 são um desses antecedentes. O pemedebismo, nascido na redemocratização e que congrega (mas não se restringe) fisiologismo e conservadorismo, é outro. Também a democracia digital, que desloca a democracia de partidos em diversos países.

Para entender esse fenômeno este #ForadaPolíticaNãoháSalvação conversa com Marcos Nobre, filósofo, professor de Filosofia Política na UNICAMP e presidente do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP).

Marcos acaba de lançar um novo livro, discutindo esses assuntos, e cujo título inspirou o nome deste episódio: Limites da Democracia: de junho de 2013 ao governo Bolsonaro, editado pela Todavia.

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Agradecemos às novas apoiadoras: Márcia Padilha e Myrna Moroz

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#GovernoBolsonaro #NovasDireitas #NovaDireita #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira

A Polarização Afetiva | Com Marcus André Melo | 128

As democracias experimentam um processo de polarização política cada vez mais radical. Já não se trata só da contraposição entre preferências políticas ou afiliações partidárias, mas do antagonismo de afetos.

Assim, a avaliação de governos e lideranças e o debate público ficam menos submetidos a considerações racionais e mais a sentimentos – por definição, irracionais.

Pesquisas na ciência política e noutras ciências sociais buscam compreender o fenômeno que ocorre no Brasil e noutras democracias, especialmente onde cresce o populismo.

Esse assunto tem sido objeto da atenção do convidado deste episódio do #ForadaPolíticaNãoháSalvação. É ele o cientista político Marcus André Melo, professor titular da Universidade Federal de Pernambuco e ex-professor visitante no MIT e na universidade de Yale.

Marcus Melo é também colunista da Folha de S. Paulo, publicando semanalmente textos de análise política fortemente ancorados no estado da arte da produção científica. Em diversas de suas últimas colunas ele tem abordado com especial atenção a questão da polarização afetiva.

Twitter de Marcus André Melo: @MAMELO

O episódio está repleto de indicações de leitura para quem desejar se aprofundar no assunto, dentre elas trabalhos de:

As músicas deste episódio são “Bicycle – Reunited”, de Kevin MacLeod, e “We Could Reach”, do Freedom Trail.

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Agradecemos aos novos apoiadores do Fora da Política Não há Salvação:

Mayara Leal Miranda e Webs Pe.

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#Polarização #AnálisePolítica  #GovernoBolsonaro #PolíticaBrasileira #ConjunturaPolítica

Teorias da Conspiração | com Mathieu Turgeon & Carlos Oliveira | 121 |

Muito se fala que certas interpretações sobre o que ocorre no mundo nas mais diversas áreas, em especial na política, são teorias da conspiração.

Mas o que são teorias da conspiração? Quando se trata apenas de uma teoria sem fundamento na realidade, ou quando há de fato conspirações ocorrendo?

Quem produz mais teorias da conspiração? Quem as consome mais?

Teorias da conspiração podem ser danosas à democracia, embora nem todas sejam. Embora pudessem ser principalmente produtos de setores socialmente subalternos, de oposições ou de perdedores políticos, nem sempre é assim.

Cada vez mais governos recorrem a teorias da conspiração como procedimento usual de governo.

Para discutir esses e outros aspectos das teorias da conspiração, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação convidou dois cientistas políticos.

Mathieu Turgeon, professor da Western University em Ontário, no Canadá, e Carlos Oliveira, âncora da TV Câmara e professor voluntário no Instituto de Ciência Política da UnB.

Twitter:

Mathieu Turgeon: @mturgeonpol

Carlos Oliveira: @CarlosOliveira5

As músicas deste episódio são “Hitman”, de Kevin MacLeod (CC) e “Challenge”, de Density & Time.

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Agradecemos aos novos apoiadores do #ForadaPolíticaNãoháSalvação: Rodrigo Oliveira, Ilza Jorge, Rosana Limoeiro, Cláudio Carvalho, Angela Rosa Soares, Ronaldo Almeida e Frederico Fonseca Oliveira Lima.

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#TeoriasdaConspiração

Do integralismo ao bolsonarismo | com Leandro Pereira Gonçalves & Odilon Caldeira Neto | 116

O Brasil teve o maior movimento fascista das Américas, o Integralismo, liderado por Plínio Salgado e com importante atuação na primeira metade do século XX.

Quase um século depois, chega ao poder o extremista de direita Jair Bolsonaro, que conta com o apoio de novos integralistas, atuantes em organizações que procuram reviver esse fascismo brasileiro do passado.

Mas o que foi o integralismo, esse velho fascismo? E de que forma sua história nos auxilia a entender o que é o neofascismo hoje atuante no Brasil? Que ligações há entre o integralismo e o bolsonarismo?

Para responder a essas perguntas, os convidados deste #ForadaPolíticaNãoháSalvação são Leandro Pereira Gonçalves & Odilon Caldeira Neto, historiadores e professores da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), além de pesquisadores do LAHPS, o Laboratório de História Política e Social.

Eles são autores do livro O Fascismo em Camisas Verdes: do Integralismo ao Neointegralismo, publicado pela Editora da FGV.

Eles podem ser acompanhados por meio de suas contas no Twitter:

@leandropgon

@odiloncaldeira

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  • César Dantas
  • Daniela Ramos
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