A Batalha das Redes | com David Nemer | 151

A eleição de 2022 chega a seu final com embates nos meios de comunicação tradicional, nas ruas e, principalmente, nas redes sociais.

Depois de vencer as eleições de 2018 se valendo fartamente da utilização das redes, em especial do WhatsApp, o bolsonarismo enfrenta um jogo mais equilibrado.

Seus adversários, embora ainda em certa desvantagem, aprenderam a utilizar as ferramentas digitais das redes para a disputa eleitoral. Na campanha de Lula, a entrada de André Janones produziu um fato novo.

O principal efeito do “janonismo cultural” tem sido produzir ruído e um curto-circuito cognitivo nas hostes bolsonaristas. A equipe de comunicação digital da extrema-direita se vê atarantada com o novo adversário.

No seio da campanha bolsonarista, Carlos Bolsonaro perde espaço para políticos tradicionais e marqueteiros, embora siga atuante e próximo ao pai – especialmente nos debates.

Como entender esse fenômeno tão complexo e tão relevante para a disputa política contemporânea?

Para discutir esse tema, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe o antropólogo David Nemer, professor da Universidade da Virgínia e estudioso das mídias digitais.

O Twitter de David Nemer é: @DavidNemer

As músicas deste episódio são “Side Scroller” do RKVC e “The Computer Has Feelings” do JHS Pedals.

Além do YouTube, este episódio está disponível em vídeo também no Spotify Podcasts.  

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Combate à corrupção: que fim levou? | com Rogério Arantes | 150

“Queria dizer a essa imprensa maravilhosa, nossa, que eu não quero  acabar com a Lava Jato… Eu acabei com a Lava Jato porque não tem mais  corrupção no governo”, disse Jair Bolsonaro em outubro de 2020.  

Essa declaração ocorreu depois que Sergio Moro já havia deixado o  Ministério da Justiça, após acusar Bolsonaro de interferir na Polícia  Federal.  

O fato é que desde então, de fato a Lava Jato acabou, bem como deixou de  existir uma Procuradoria Geral da República independente, pois Augusto  Aras, o PGR, é um serviçal de Bolsonaro.  

O presidente também nomeou para o Supremo Tribunal Federal dois sabujos –  Kássio Nunes Marques e André Mendonça – que decidem sempre de forma a  favorecer o Poder Executivo.  

Qual o tamanho do desmonte bolsonaresco das estruturas de combate à  corrupção? De que forma toda a construção institucional pós-1988 e,  principalmente, pós-2003 foi desmontada pelo bolsonarismo?  

Para discutir esse tema, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe o  cientista político Rogério Arantes, professor do Departamento de Ciência Política da USP.  

Rogério Arantes é um dos principais estudiosos brasileiros das relações  entre Direito e Política, com pesquisas sobre o Sistema de Justiça,  Supremo Tribunal Federal, Ministério Público, Polícia Federal e  Constitucionalismo.

O Twitter de Rogério Arantes é: @rogeriobarantes

As músicas deste episódio são “Lock” e “Baba”, ambas  de Jeremy Black.  

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#Corrupção #LavaJato #MinistérioPúblico #PolíciaFederal #PoderJudiciário #EleiçãoPresidencial #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica  #PolíticaBrasileira #Eleições #Eleições2022

As pesquisas erraram? | com Andrei Roman | 149

No dia 2 de outubro, no que a apuração das eleições avançava, avançava  também a surpresa. Muitos resultados diferiam bastante do esperado.

As pesquisas eleitorais erraram? 

Diante do questionamento, veículos de imprensa e responsáveis por  levantamentos de intenção de voto respondiam que não, as pesquisas não  erraram. 

A negativa da resposta se baseava em diversos argumentos. 

Um era o de que pesquisas mostram apenas um momento da corrida, não  prevendo o resultado final. Assim, não teriam como captar a tempo  mudanças de última hora. 

Outro argumento era o da defasagem dos dados do Censo, que atrapalharia a  ponderação dos diversos estratos da população. 

Diante da desconfiança do público, uma voz dissonante se fez ouvir:  Andrei Roman, CEO da AtlasIntel, cujas pesquisas mais se aproximaram dos  resultados finais nacionalmente e em diversos estados. 

Cientista político e economista com doutorado em Harvard, Andrei é o  convidado deste #ForadaPolíticaNãoháSalvação. Nessa conversa ele dirá porque considera que, sim, as pesquisas erraram e erraram muito.

O Twitter de Andrei Roman é: @andrei__roman

As músicas deste episódio são “One Time” e “First of 3”, ambas de Jeremy Black.

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O país que sai das urnas | com Jairo Nicolau | 148

As eleições de 2 de outubro produziram uma grande vitória eleitoral da direita, inclusive da extrema-direita bolsonarista.

Isso ficou patente não só no desempenho acima do esperado de Bolsonaro na eleição presidencial, mas também no aumento da bancada direitista no Congresso e na vitória de governadores bolsonaristas em estados importantes.

O bolsonarismo consolidou a direita como nunca antes desde o final da ditadura militar. Deu-lhe não só coesão, mas também maior assertividade ideológica. O Centrão, em vez de moderar Bolsonaro, radicalizou-se com ele.

O que explica esse fenômeno? Que país é esse que sai das urnas em 2022?

Para compreender o que ocorreu e o que podemos esperar, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe o cientista político Jairo Nicolau, professor do FGV CPDOC e um dos principais pesquisadores brasileiros de partidos e eleições.

Jairo Nicolau publicou algo recentemente o livro “O Brasil dobrou à direita: uma radiografia da eleição de Bolsonaro em 2018”, editado pela Zahar.

O Twitter de Jairo Nicolau é: @JairoNicolau1

As músicas deste episódio são “Batuque Bom” e “Eletrosamba”, de Quincas Moreira.

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A religião distrai os pobres? | com Victor Araújo | 147

Há um fenômeno político que, ao menos desde a eleição de 2018, tem chamado a atenção de analistas, estudiosos e do público em geral: a força de Jair Bolsonaro no eleitorado evangélico.

Naquela eleição estima-se que cerca de 70% do voto evangélico foi para Bolsonaro, tendo um peso importante em sua vitória nas urnas. Em 2022 esse número caiu, mas ainda assim é alto: pouco mais de 50% dos evangélicos declaram que votarão para reeleger o presidente.

O fenômeno, contudo, não é tão novo. A tendência conservadora, ou mesmo ultraconservadora, de grande parte do eleitorado evangélico se tem verificado em seguidas disputas eleitorais, nos três níveis de governo.

O que explica esse fenômeno? E por que mesmo os evangélicos mais pobres têm esse viés conservador no voto, inclusive ao ponto de rechaçar partidos e políticos mais simpáticos a políticas de redistribuição da riqueza? É sua religiosidade que explica tal comportamento eleitoral?

Para entender o fenômeno este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebeu Victor Araújo, cientista político, pesquisador na Universidade de Zurique e autor do livro A religião distrai os pobres? O voto econômico de joelhos para a moral e os bons costumes, publicado pela Editora 70.

As músicas deste episódio são “God Fury” do Anno Domini Beats e “Future Renaissance” do Godmode.

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O primeiro turno na reta final | com Lara Mesquita & Rafael Cortez | 146

As eleições de 2022 se aproximam de um momento decisivo, entrando na  última semana de campanha antes do primeiro turno. Todas as atenções se voltam à disputa presidencial, pois diversas  pesquisas apontam a possibilidade de Lula vencer ainda no primeiro  turno. 

A possibilidade aumenta com novos apoios ao ex-presidente vindo até de  opositores outrora ferrenhos, como Miguel Reale Jr., autor do pedido de  impeachment de Dilma Rousseff. 

Reiteradas ameaças à democracia perpetradas por Jair Bolsonaro,  inconformado com uma provável derrota, alarmam setores políticos e  sociais, dentro e fora do Brasil. 

O que se pode esperar dessa disputa que se avizinha? E as demais  eleições, para o Congresso e governos estaduais, que se pode esperar  delas? 

Para discutir esses temas este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe dois cientistas políticos, especialistas em questões eleitorais. 

Uma é Lara Mesquita, professora da FGV EESP, pesquisadora do FGV CEPESP e do CEBRAP. 

Outro é Rafael Cortez, consultor da Tendências, professor do IDP e docente convidado da FGV EAESP.  

As músicas deste episódio são “No Clarity”, do Stayloose e “Remembering her Face” do Silent Partner.

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Mulheres no centro da disputa | com Camila Rocha | 145

Já era sabido há muito tempo que uma das maiores fragilidades eleitorais  de Jair Bolsonaro estava no eleitorado feminino, em que sua rejeição é  muito alta. Diante dessa vulnerabilidade, a campanha bolsonarista procurou acenar a  esse eleitorado, principalmente pelo engajamento da primeira-dama,  Michelle.

 Toda essa estratégia, contudo, foi prejudicada pela misoginia  incontrolável de Bolsonaro, externalizada no violento ataque verbal à  jornalista Vera Magalhães no primeiro debate presidencial. Não bastasse, ao tentar consertar o problema, o presidente proferiu  novas declarações de cunho machista – o que só piorou as coisas.

Por fim, um deputado estadual bolsonarista, Douglas Garcia, repetiu os  mesmos ataques a Vera Magalhães por ocasião do debate entre os  candidatos ao governo paulista. Essa imitação da conduta presidencial prejudicou a imagem do títere de  Bolsonaro no Estado, Tarcísio de Freitas, com respingos para a campanha  presidencial. 

Para entender tal situação e seu contexto, este  #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe a cientista política Camila Rocha, doutora pela USP e assessora legislativa na Assembleia Legislativa de  São Paulo. 

Estudiosa da questão feminina, ela é uma das organizadoras do livro  “Feminismo em disputa: um estudo sobre o imaginário político das  mulheres brasileiras“, editado pela Boitempo.  

As músicas deste episódio são “Real Bad Girl,” do Audionautix e “Hey  Girl”, de Topher Mohr & Alex Elena.

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#Misoginia #Machismo #Eleições #AnálisePolítica  #Eleições2022 #EleiçãoPresidencial #ConjunturaPolítica  #PolíticaBrasileira #Gênero #Mulheres

Política Na Veia | 02 | Ataques, ameaças e humilhação

O POLÍTICA NA VEIA é um novo programa semanal no YouTube com a  participação do redator-chefe da CartaCapital, Sergio Lirio, do  cientista político Cláudio Couto, do #ForadaPolíticaNãoháSalvação, e do  jornalista Luis Nassif, do GGN.  

Neste segundo episódio, a equipe irá discutir a escalada de violência  bolsonarista durante a campanha eleitoral.

Após Fernando Haddad, candidato do PT ao governo de São Paulo, cancelar um compromisso de  campanha no dia 7 em decorrência de ameaças, o candidato do PSOL a deputado federal, Guilherme Boulos, foi ameaçado com uma arma durante um  ato na Grande São Paulo.

No dia 9, um apoiador de Bolsonaro matou um  defensor de Lula a facadas no interior do Mato Grosso, após uma  discussão.  

O programa Política na Veia é transmitido simultaneamente por CartaCapital, pela TV GGN e pelo canal Fora da Política Não há Salvação.  

#eleições #eleições2022 #violênciapolítica #análisepolítica #conjunturapolítica #políticabrasileira

Populismo Reacionário | com Christian Lynch & Paulo Henrique Cassimiro | 144

Vivemos uma era marcada pela ascensão, mundo afora, de lideranças  populistas e movimentos reacionários. Por vezes essas duas coisas aparecem combinadas. 

Um dos exemplares mais vistosos dessa combinação é o bolsonarismo, um  movimento ao mesmo tempo populista, reacionário e autoritário. 

Mas o que caracteriza tanto o reacionarismo como o populismo? De que  forma e por que eles se combinam? Como Bolsonaro logrou liderar esse  movimento no Brasil e se tornar presidente? 

Para discutir esses temas este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe os  cientistas políticos Christian Lynch e Paulo Henrique Cassimiro, do IESP UERJ. 

Ambos acabaram de lançar o livro “O Populismo Reacionário: Ascensão e  Legado do Bolsonarismo”, pela editora Contracorrente, no qual tratam  exatamente desses assuntos.  

As músicas deste episódio são “Sonic Pogo” e “Deep State”, ambas do Vans  in Japan .   

Além do YouTube, este episódio está disponível em vídeo também no Spotify Podcasts.  

Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital.  

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Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios  (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes relacionados ao tema  do canal: a política.  

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#Eleições #AnálisePolítica #Eleições2022 #EleiçãoPresidencial #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira

Política na Veia | 01 | É Jair ou já era?

O POLÍTICA NA VEIA é um novo programa semanal no YouTube com a  participação do redator-chefe da CartaCapital, Sergio Lirio, do  cientista político Cláudio Couto, do #ForadaPolíticaNãoháSalvação, e do  jornalista Luis Nassif, do GGN. 

Neste primeiro episódio, são discutidos os preparativos para as  manifestações do dia 7 de Setembro em todo o país.

O que Jair Bolsonaro –  e o bolsonarismo – espera dos atos? Por que o ex-capitão, no início da  campanha, convocou seus seguidores a tomar as ruas “pela última vez”? O  campo progressista deve preparar uma manifestação em resposta às ameaças golpistas? 

Também: Os resultados das últimas pesquisas IPEC, FSB e  Ipespe e o crescimento da terceira via com Simone Tebet e Ciro Gomes.

E  ainda: Os imóveis da família Bolsonaro, o ataque contra Cristina  Kirchner na Argentina e o referendo constitucional no Chile. 

O programa Política na Veia é transmitido simultaneamente por  CartaCapital, pela TV GGN e pelo canal Fora da Política Não há Salvação.