As falas do presidente e outras falas | com Nara Pavão | 171

Desde o início de seu terceiro mandato, o presidente Lula se tem mostrado especialmente loquaz, dando reiteradas declarações ruidosas, produtoras de desgastes e turbulências políticas.

Exemplo disso foi a menção a Michel Temer, chamado de “golpista”.

Houve também seguidas declarações de inconformismo com a política monetária do Banco Central. Por fim, a suspeição lançada sobre Sergio Moro, possível alvo de sequestro e assassinato pelo PCC.

O que leva um presidente a falar tanto de temas politicamente ruidosos? Qual o impacto disso e como influencia seguidores e opositores?

Num cenário de polarização política exacerbada e com um governo que se propõe ser de reconstrução nacional, tais declarações não ajudam. Não tardaram as comparações de Lula ao extremista Jair Bolsonaro.

Porém, além desse ponto, de que forma os discursos políticos afetam a disputa política e a radicalização das posições na sociedade?

Para discutir tais temas este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe a cientista política Nara Pavão, professora da UFPE e pesquisadora dos fenômenos políticos relacionados à opinião pública.

As músicas deste episódio são “Do it”, de Joe Bagale, e Smooth Talker”, de Dougie Wood.

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#OpiniãoPública #DiscursoPolítico #RetóricaPolítica #RadicalizaçãoPolítica #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #PolíticasPúblicas #GovernoLula

A Política do Crime | com Camila Nunes Dias | 170

Março de 2023 foi marcado por situações envolvendo algumas das chamadas “facções criminosas” atuantes no Brasil: o PCC (nascido em São Paulo e nacionalizado) e o potiguar Sindicato do Crime.

Junto a facções como o Comando Vermelho, a Família do Norte, os Amigos dos Amigos, dentre outras, elas compõem o cenário das grandes articulações de criminosos operantes no país.

Para além das atividades delituosas no sentido estrito (tráfico de drogas e armas, assaltos etc.), tais grupos atuam como “entidades de classe”, pautando reivindicações mediante rebeliões e ataques.

Qual a lógica dessa “política do crime”? O que explica o surgimento e a atuação desses grupos criminosos com seus diferentes graus de organização?

Para discutir tais temas, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe Camila Nunes Dias, socióloga e professora da Universidade Federal do ABC, integrando seu Programa de Pós-Graduação em Ciências Humanas e Sociais.

Camila Dias é também pesquisadora no Núcleo de Estudos da Violência da USP, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e bolsista em produtividade do CNPq.

As músicas deste episódio são “It was a time” e “Upstate”, ambas do TrackTribe.

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#PolíticasPúblicas #SegurançaPública #FacçõesCriminosas #PCC #CrimeOrganizado #Prisões #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #PolíticasPúblicas #GovernoLula

Os rumos do Supremo | com Eloísa Machado | 169

Em maio de 2023 o ministro do STF, Ricardo Lewandowski, completa 75 anos e, com isso, tem que se aposentar. Com isso, iniciam-se as especulações sobre quem o substituirá.

Dois nomes despontam como favoritos. O mais cotado é Cristiano Zanin, advogado de Lula, que atuou em sua defesa na Lava Jato. O outro é Manoel Carlos de Almeida Neto, ex-assessor de Lewandowski no STF.

A escolha é especialmente importante num momento em que o Supremo avança num processo de reformulação de seus procedimentos, aumentando o peso do colegiado vis-à-vis decisões monocráticas.

Vale lembrar do papel crucial desempenhado pelo STF na resistência aos ataques autoritários perpetrados pelo bolsonarismo. Com um governo normal, o tribunal pode retomar uma atuação mais tranquila.

Para discutir tais temas este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe Eloísa Machado, advogada e professora de Direito Constitucional da FGV Direito SP, onde coordena o grupo de pesquisa “Supremo em Pauta”.

O Twitter de Eloísa Machado é: @elomachado1

As músicas deste episódio são “Lamentation”, de Kevin MacLeod (licença Creative Commons) e Bourreé, de Johann Sebastian Bach, executada por Joel Cummins (além da citação de outra versão dessa obra).

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#AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #PolíticasPúblicas #SupremoTribunalFederal #PoderJudiciário #SistemaJustiça #ProcuradoriaGeraldaRepública #MinistérioPúblico #GovernoBolsonaro #GovernoLula #DireitoPúblico #DireitoConstitucional

O espólio dos Bolsonaro | com Carolina Botelho | 168

Diante da grande possibilidade de Jair Bolsonaro ser tornado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral, uma disputa é travada por seu espólio político. Mas quem compete por ele?

Por um lado, há os membros da família Bolsonaro, integrantes de seu empreendimento político-familiar. Dentre os filhos, Eduardo desponta como o mais talhado a seguir os passos do pai.

Contudo, a figura mais reluzente atualmente e a da ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro. Ela ganhou destaque durante a campanha e tem tido protagonismo no PL, partido da Família no momento.

Porém, os eventos recentes, como o escândalo das joias das Arábias, atingiram também a Michelle – além, claro, de produzir mais um grande estrago para Jair, o patriarca.

Por fim, lideranças emergentes nos estados, beneficiárias da onda bolsonarista, também disputam esse nicho. É o caso de Romeu Zema (MG), Tarcísio de Freitas (SP) e Cláudio Castro (RJ).

Para discutir o tema, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe a cientista política Carolina Botelho, pesquisadora do IEA-USP e do Doxa do IESP-UERJ.

As músicas deste episódio são “Sahara Rains” de Hanu Dixit, “Shesh Pesh” de JR Tundra, e “Arabian Nightfall” de Doug Maxwell.

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#AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #PolíticasPúblicas #Liderança #LiderançaPolítica #DinastiasPolíticas

Desastres nada naturais | com Fernando Nogueira & Francisco Comarú | 167

A catástrofe humana ocorrida no litoral norte paulista, nos municípios de Bertioga, São Sebastião, Caraguatatuba e Ubatuba, repete um padrão visto todos os anos em diversos municípios brasileiros.

Pessoas pobres, sem opção de moradia que não sejam áreas de risco – em decorrência da falta de políticas públicas habitacionais e de gestão do território – são as vítimas recorrentes desses eventos extremos.

É impróprio, contudo, chamá-los de desastres naturais, pois suas causas são artifícios sociais: desigualdade, ação humana sobre o meio ambiente, (falta de) regulação da ocupação do território, falta de políticas sociais e especulação imobiliária.

Além disso, falta-nos também uma política de gestão de riscos que permita lidar com tais problemas em tempo hábil, evitando o pior – isto é, a perda de vidas humanas.

Para discutir o assunto, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe dois convidados dedicados a lidar com tal feixe de temas.

Um é Fernando Rocha Nogueira, geólogo, professor da UFABC, onde coordena o Laboratório de Gestão de Riscos (LabGRis).

O outro é Francisco Comarú, engenheiro civil e também professor na UFABC, onde coordena o Laboratório Justiça Territorial (LabJuTa).

Ambos são professores do programa de Pós-Graduação em Planejamento e Gestão do Território (PPGPGT).

As músicas deste episódio são “The End” do Coyote Hearing, “Wild Fires” de Doug Maxwell, e “Hungry for Disaster” do Silent Partner.

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#MudançaClimática #PlanejamentoTerritorial #PolíticaUrbana #Habitação #MeioAmbiente #PolíticaHabitacional #PlanejamentoUrbano #EventosExtremos #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #PolíticasPúblicas

O papel do líder | com Aldo Fornazieri | 166

A catástrofe natural que se abateu sobre o litoral norte paulista durante o Carnaval de 2023 ensejou rapidamente uma comparação entre o presidente Lula e seu antecessor, Jair Bolsonaro.

Em dezembro de 2021, enquanto Bolsonaro passava férias no litoral catarinense, divertindo-se num jet ski da Marinha, milhares de cidadãos eram flagelados por inundações no sul da Bahia.

O então presidente não se condoeu de seus governados afetados pelas enxurradas. Manteve intocadas suas férias e declarou esperar não ter de interrompe-las por causa do desastre.

Desta feita, o presidente foi ao local se solidarizar com os afetados, articular-se com os governos estadual e municipal e mostrar que se importava com a situação. Ou seja, fez o óbvio.

O que os dois episódios nos dizem sobre os estilos de liderança de cada um dos presidentes? Qual o papel do líder em situações assim? E, mais do que isso, qual o papel do líder na melhoria da sociedade?

Para discutir tal tema, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe o cientista político Aldo Fornazieri, professor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP), da qual foi diretor.

Fornazieri é autor do livro Liderança e Poder, editora Contracorrente, e coordena na FESP-SP o curso de pós-graduação “Estratégia e Liderança Política“.

As músicas deste episódio são “Switched on Carcassi” e “Music Box”, ambas de Brian Bolger.

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#Liderança #LiderançaPolítica #CiênciaPolítica #TeoriaPolítica #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira  

A extrema direita pós-Bolsonaro | com o Observatório da Extrema Direita | 165

Findo seu governo, Bolsonaro deixa como um de seus legados mais tenebrosos um país mais radicalizado, com uma extrema direita expandida em relação ao momento de sua eleição.

Qual será o futuro dessa extrema direita com seu principal líder e símbolo fora do governo? Ainda mais, o que será dela caso Bolsonaro seja posto para fora do jogo, preso ou inelegível?

Para discutir tal tema, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe três pesquisadores do Observatório da Extrema Direita, o principal grupo de pesquisa a reunir estudiosos do assunto no Brasil.

Representando o OED, participam do episódio Fabio Gentile, professor de ciência política na UFC; Alexandre de Almeida, antropólogo e pós-doutorando em história na UFJF; e Vinícius Bivar, doutorando em história na Freie Universität Berlin.

Os Twitters dos convidados são:

Fabio Gentile: @fabiogentile70

Alexandre de Almeida: @alexan_almeida

Vinícius Bivar: @ViniciusBivar

As músicas deste episódio são “Whats It to Ya Punk” do Audionautix e “Go Go Gadget Rockstar” do The Whole Other.

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#Política #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #CiênciaPolítica

Lula e o Banco Central | com Daniela Campello | 164

Desde a decisão do COPOM de manter a taxa básica de juros em 13,75% ao ano, o presidente Lula tem feito críticas duras ao Banco Central.

Para Lula, não há justificativa para taxa tão elevada – a mais alta do mundo atualmente. Suas críticas são referendadas por um dos pais do Plano Real, André Lara Resende.

Debate-se ainda a desejabilidade ou não de manter a autonomia formal do Bacen.

Para escalar o problema contribuiu o alinhamento político de Roberto Campos Neto, presidente do Bacen, ao bolsonarismo. Em 2022 ele votou trajado como bolsonarista e integra um grupo de WhatsApp de ministros de Bolsonaro.

Quão independente é um presidente de Banco Central tão alinhado ao bolsonarismo como é Roberto Campos Neto?

Por outro lado, se o Bacen é autônomo, não pode ser criticado por membros do governo (em especial o presidente)? Tais críticas são inadequadas ou contraproducentes?

Para discutir o tema, o #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe a cientista política Daniela Campello, professora da FGV EBAPE, ex-professora de Princeton, autora de The Politics of Market Discipline in Latin America: Globalization and Democracy, e coautora com César Zucco de The Volatility Curse: Exogenous Shocks and Representation in Resource-Rich Democracies, ambos pela Cambridge University Press.

Twitter de Daniela Campello é: @DaniCamp0

Músicas do episódio: “Brooklyn and the Bridge”, de Nico Staf, e “Making Money”, de Jeremy Korpas.

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BancoCentral #PolíticaEconômica #PolíticaMonetária #GovernoLula #Política #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #EconomiaBrasileira #PolíticaBrasileira #CiênciaPolítica

A articulação política do novo governo | com Eduardo Grin | 163

O ano de 2023 começou agitado politicamente. Não só porque um novo governo tomava posse, mas pelo contexto em que isso ocorria.

Após quatro anos de destruição bolsonaresca, o novo governo assumiu num cenário cheio de incertezas – inclusive com respeito à estabilidade democrática.

Dito e feito, em 8 de janeiro uma intentona bolsonaresca vandalizou as sedes dos três poderes, aprofundando um cenário de crise e radicalização construído durante o quadriênio anterior.

Por outro lado, a reação a tal tentativa bolsonarista de golpe gerou união entre agentes políticos: os chefes dos três poderes, governadores de Estado e lideranças partidárias.

Ainda assim, na disputa pela presidência das casas do Congresso, a hidra bolsonaresca voltou a levantar a cabeça com a candidatura do bolsonarista Rogério Marinho no Senado crescendo na reta final.

Isso obrigou o governo a negociar mais para evitar a tomada da presidência do Senado pela extrema-direita golpista, que já verbalizava ameaças ao STF.

Outra frente importante de negociações foi a federativa, com Lula se reunindo com governadores, buscando um alinhamento em torno de compromissos democráticos comuns e abrindo frentes de cooperação.

Para discutir tais temas, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe Eduardo Grin, cientista político, professor da FGV EAESP e estudioso das instituições políticas, em particular do federalismo.

As músicas deste episódio são “Sneaky Business” do Biz Baz Studio, e “Wutif” de Lauren Duski.

As músicas deste episódio são “A Ghost Town”, de Quincas Moreira, e “Dark Alley Deals”, de Aaron Kenny.

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O Holocausto Yanomami | com Estevão Senra & Rodrigo Chagas | 162

Dentre as várias áreas de políticas públicas destroçadas durante o governo Bolsonaro, figuram de forma destacada as políticas indigenista e ambiental.

Uma das facetas desse processo de destruição é o desmonte das políticas sanitárias para as populações originárias. Outra é o estímulo à invasão de terras indígenas por garimpeiros.

As consequências são as piores possíveis para os indígenas e para o meio ambiente nas terras por eles habitadas. Isso ficou claro com a situação trágica vivida pelos Yanomami em Roraima.

Alastramento da malária, intoxicação por mercúrio, falta de alimentos, falta de medicamentos e de assistência à saúde produziram centenas de mortos, doentes e desnutridos. Um verdadeiro holocausto.

Não se trata, contudo, de algo acidental. A dizimação da população Yanomami é uma política intencional do bolsonarismo e dos militares que integraram seu governo. Isso está expresso em declarações, doutrina e ações.

Como compreender tal contexto? Quais os fundamentos dessa política mortífera? Qual a importância do garimpo em Roraima e na Amazônia de forma geral?

Para compreender tais pontos, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe dois convidados.

Um é Estevão Senra, geógrafo, doutor em desenvolvimento sustentável pela UnB, pesquisador do Instituto Socioambiental (ISA).

O outro é Rodrigo Chagas, sociólogo, professor da Universidade Federal de Roraima onde é docente do Programa de Pós-Graduação Sociedade e Fronteiras (PPGSOF).

As músicas deste episódio são “A Ghost Town”, de Quincas Moreira, e “Dark Alley Deals”, de Aaron Kenny.

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